domingo, 19 de junho de 2011

Mundo, meu doce mundo...


           Quando nos foi proposto durante a aula voltando a ser criança a pensar no mundo dos nossos sonhos, confesso que sofri influência da “Fantástica fábrica de chocolate” e dos “Ursinhos Carinhosos”. Meu mundo seria doce e mágico.
Está certo que o meu cérebro gordo não me deixa em paz, mas quem não queria andar pisando em nuvens de algodão doce e nadando em rios de chocolate? Mas em um mundo onde você pode comer as maiores gostosuras do mundo e voltar a brincar como criança, para quê se preocupar com os problemas do dia a dia? Pra quê você vai se importar com o outro e nutrir sentimentos negativos pelas outras pessoas? Perder tempo com negatividade e coisas desnecessárias não é legal. Vamos viver em um mundo feliz, onde não há disputa entre as pessoas. É assim que imaginei o meu mundo. Um mundo onde a felicidade é o prazer são os combustíveis da vida.
Nessa mesma aula podemos voltar a sentir o gostinho de liberdade que as crianças têm e que nós adultos vamos perdendo com o passar dos anos. Já tinha me esquecido como era bom fazer o que queremos, mesmo que a gente passe vergonha aos olhos dos outros. Brincar, correr, cochilar... Ah, meu jardim de infância...
Aqui está o meu poema sobre este dia:
Dia de ser criança
Dançar, brincar, correr...
E você pensa que só as crianças podem fazer?
Que pagar mico que nada.
Para aguçar a criatividade,
Tem que dar risada.

Momentos de alegria,
Momentos de dança,
Todos os adultos voltando a ser criança.
Mas, cuidado, presta atenção pra ninguém estourar o seu balão.

domingo, 3 de abril de 2011

Meu animal imaginário...


Se você pudesse criar um animal que não existe, que fosse completamente diferente do “normal”, como seria? O meu seria assim...



Alegrim

Nome científico: Felicitria Solidáruis
Família: Alegretus
Habitat: Lugares úmiodos e com humanos
Alimentação: Se alimenta de tristeza
Reprodução: Assexuada
Locomoção: Suas finas pernas podem ser usadas para locomoção terrestre ou aérea.
Características: É encontrado, principalmente, onde existe grande concentração de lágrimas como cemitérios, hospitais e quarto de adolescentes com o coração partido. Seus sensores, no alto de sua cabeça, facilitam a localização do alimento.

                                                                                 

O início...

Está certo que faz um tempinho que essa aula aconteceu, mas vamos tentar relembrar...
Finalmente tenho a primeira aula da minha nova vida. Laboratório de criação. O quê deve ser isso? Bom, tem alguma coisa a ver com criatividade... Dãããã, Camila, ponto de criatividade pra você. Mas eu estava tão animada que queria logo começar e quando começou... medo!
Vou explicar o porquê do medo. Primeiro tivemos que desenhar uma flor.


Depois um batom.



Até aí tudo bem, mas agora temos que desenhar um carneiro. Hã? Como? O quê vem a ser um carneiro? Na minha cabeça (e acho que de todo mundo) vem bode, ovelha, menos o carneirinho. Mas, enfim, aqui está o meu carneiro (se bem que ele está parecendo o resultado do cruzamento de uma ovelha com um bode hehe).


Feche os olhos e pense em dragão. Não sei o quê você pensou, mas a minha inspiração foi aquela dragão fêmea fofa do Shrek. Não está parecido, mas tentei.


 Ontem sai com uns amigos e estávamos conversando sobre a faculdade e, é claro, tive que falar sobre o Laboratório. Quando amostrei o meu dragão, o Marcelo, um amigo meu, disse que o meu dragão estava errado, porque dragões são bípedes.  Iniciada a discussão. Eu tentava explicar a ele que isso não importava. Primeiro: o dragão é meu e ele está de acordo com a minha imaginação. Segundo: eles não existem. Terceiro: não há uma padronização do quê é um dragão pelo simples fato dele não existir. Isso vai de acordo com a criatividade de cada um.
Não muito satisfeito, o Marcelo criou o seu próprio dragão.

Em termos de técnica de desenho, o dele está até melhor que o meu, mas, e aí, qual dos dragões você acha que é o certo?

sábado, 26 de março de 2011

Quem é Camila?


Acho que uma palavra que poderia me definir seria TRANSPARÊNCIA. Não digo por causa do meu super “bronzeado”, mas pelas minhas atitudes e comportamento.

Sou muito sincera e talvez, por causa disso, as pessoas podem me considerar um pouco rude. Mas eu prefiro dizer sempre a verdade, mesmo que isso possa magoar. Não acredito que viver com a mentira seja uma boa. Ela apenas vai dar uma falsa felicidade temporária. Esse meu jeito pode até assustar algumas pessoas, principalmente aquelas que julgam o livro pela capa. A princípio, eu posso parecer uma pessoa séria demais, um pouco grossa, com cara de poucos amigos, mas isso é fachada. A minha timidez faz com que seja criada essa capa, mas de uns tempos para cá eu venho trabalhando para mudar isso. Mas, pode ter certeza, que não precisa ter medo de mim. Eu posso parecer ter cara de mau, mas eu sou legal. =)

Fiz História na UFRJ. Foi muito difícil, mas consegui concluir o bacharelado e a licenciatura. Mas eu não tinha amor e não era feliz. Dessa experiência traumática eu consegui realizar o meu sonho de estudar no Fundão (está certo que o meu campus não era lá, mas é só uma questão geográfica. A UFRJ sempre foi o meu sonho!) e tive certeza de uma coisa: eu nasci para ser feliz! Eu não vivia, sobrevivia. Então, fiz um pacto comigo mesma de fazer as coisas com amor e que me deixasse feliz. E não é que encontrei isso tudo em Design de interiores! Frustrei as expectativas do meu pai, mas a minha vontade de ser feliz é muito maior que isso. Um dia eu sei que ele vai entender e vai ser orgulhar da designer que serei.

Acredito que, com esse amor que tenho ao design, me tornarei uma profissional competente. Quando a gente ama o nosso trabalho, tudo flui, tudo faz com que você tenha mais vontade de crescer. Sei que agora estou no caminho certo. Nunca estive tão segura de uma decisão. Nunca estive tão determinada. Nunca estive tão feliz.